Tuesday, July 04, 2006

Votar deveria ser “sinônimo” de consciência?

Para essa pergunta cada pessoa pode responder “sim” ou “não”. Se se responde “sim”, tem-se o seguinte raciocínio: Só se deve votar numa determinada pessoa se conhecer a suas propostas, atitudes, pensamentos. Se a resposta é “não”, aí entra outra pergunta: Como saber se o candidato realmente irá cumprir a suas promessas feitas durante a campanha? A resposta é simples: Confiando. Contudo, como confiar? Se muitas vezes não se conhece totalmente o candidato ao ponto de perceber o seu caráter?
Podemos perceber da seguinte maneira: Votar poderia ser um “sinônimo” de consciência na teoria, mas na pratica, a coisa é bem deferente.
Não que a eleição seja para presidente da República, ou para presidente da associação de moradores de uma comunidade, votar é um direito de todo cidadão, e não deveria ser obrigatório (pois deixa de ser direito e passa ser apenas um dever). Deixando de ser obrigatório, o voto poderia ser melhor utilizado, pois só votaria quem tivesse convicção que estaria elegendo o melhor representante dos seus direitos e quem estivesse indeciso não precisaria dar uma contribuição desnecessária escolhendo qualquer um.
Já nas eleições para Reitor da UFBA, alguns universitários optaram por não votar, pois não conheciam as propostas dos candidatos e não quiseram entregar o seu voto a um candidato que não correspondesse às necessidades da nossa universidade. No entanto é muito importante participar de qualquer tipo de eleição e espero que vencedor seja sempre a melhor opção para todos

Jamile Lessa

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