As histórias infantis
A infância é a melhor fase da vida. Brincadeiras, diversão, curtição com tanta inocência e nenhuma preocupação. Os contos infantis, geralmente contados por nossos pais ou babás, é o momento mais esperado, principalmente antes de dormir.
Dentre os vários contos infantis, destaca-se a história de Cinderela. Uma menina muito boa e obediente, que mesmo assim sofria por causa da raiva que a madrasta sentia pela sua beleza e personalidade. Cinderela contou com a ajuda de uma fada madrinha para ter um final feliz.
Como se nota, as histórias infantis são sempre um “conto de fada”, pois fogem muito à nossa realidade. Por ser uma menina obediente, Cinderela não deveria sofrer por causa de um preconceito adquirido pela sua madrasta, em não ter filhas bonitas como Cinderela. Fica evidente nessa história a falta de prestígio em relação às madrastas e que nem sempre vale a pena ser obediente. Mas, para amenizar o sofrimento, Cinderela terá um final feliz; desse modo, vale a pena sofrer.
Os castelos e bailes também não fazem parte da nossa realidade, contudo, trabalha a imaginação da criança, fazendo com que ela “crie, pinte”, essa imagem. Muitas coisas deveriam ser modificadas nos contos como: a predominância do preconceito, a divergência de classes sociais, a falsa ideologia de que tudo é bom, e se não o for, se transforma, como o lobo mau, enfim, a nossa realidade deveria ser mais explícita, afinal, é essencial conhecermos melhor o mundo em que vivemos.
Vale ressaltar, que na minha infância também ouvi todos esses contos, ou a maioria deles. Porém, nenhum deles tive influência na minha formação, mas sim, a minha família e o ambiente em que convivi. Acho que isso é muito mais importante. Hoje, as crianças estão muito mais evoluídas e as histórias já não fazem tanto sucesso como antigamente. Mesmo assim, as histórias infantis devem ser aproveitadas, porque esse é o primeiro passo para o desenvolvimento do gosto pela leitura.
Algumas histórias devem ser revistas? Sim! Ou quase todas, se não todas, de forma que a realidade do nosso mundo seja vista com mais clareza. Que seja combatido o preconceito entre povos e classes sociais e que o amor, o companheirismo e os bons frutos sejam pregados, para que a vida seja sempre vivida com mais alegria e dignidade, visando a um mundo melhor.
Jemima Teles dos Santos Reis
Dentre os vários contos infantis, destaca-se a história de Cinderela. Uma menina muito boa e obediente, que mesmo assim sofria por causa da raiva que a madrasta sentia pela sua beleza e personalidade. Cinderela contou com a ajuda de uma fada madrinha para ter um final feliz.
Como se nota, as histórias infantis são sempre um “conto de fada”, pois fogem muito à nossa realidade. Por ser uma menina obediente, Cinderela não deveria sofrer por causa de um preconceito adquirido pela sua madrasta, em não ter filhas bonitas como Cinderela. Fica evidente nessa história a falta de prestígio em relação às madrastas e que nem sempre vale a pena ser obediente. Mas, para amenizar o sofrimento, Cinderela terá um final feliz; desse modo, vale a pena sofrer.
Os castelos e bailes também não fazem parte da nossa realidade, contudo, trabalha a imaginação da criança, fazendo com que ela “crie, pinte”, essa imagem. Muitas coisas deveriam ser modificadas nos contos como: a predominância do preconceito, a divergência de classes sociais, a falsa ideologia de que tudo é bom, e se não o for, se transforma, como o lobo mau, enfim, a nossa realidade deveria ser mais explícita, afinal, é essencial conhecermos melhor o mundo em que vivemos.
Vale ressaltar, que na minha infância também ouvi todos esses contos, ou a maioria deles. Porém, nenhum deles tive influência na minha formação, mas sim, a minha família e o ambiente em que convivi. Acho que isso é muito mais importante. Hoje, as crianças estão muito mais evoluídas e as histórias já não fazem tanto sucesso como antigamente. Mesmo assim, as histórias infantis devem ser aproveitadas, porque esse é o primeiro passo para o desenvolvimento do gosto pela leitura.
Algumas histórias devem ser revistas? Sim! Ou quase todas, se não todas, de forma que a realidade do nosso mundo seja vista com mais clareza. Que seja combatido o preconceito entre povos e classes sociais e que o amor, o companheirismo e os bons frutos sejam pregados, para que a vida seja sempre vivida com mais alegria e dignidade, visando a um mundo melhor.
Jemima Teles dos Santos Reis
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